Todo mundo sabe que fumar faz mal à saúde. Mesmo assim, 35 milhões de
brasileiros não conseguem - ou não querem - deixar o cigarro. No Dia
Nacional de Combate ao Fumo, comemorado hoje, especialistas orientam:
para quem força de vontade não basta, existem outras maneiras de driblar
a abstinência.
- Hoje em dia, é completamente possível parar de
fumar. O mais importante é querer. Além da terapia, existem fármacos que
auxiliam no processo - afirma Ana Helena Rissin, coordenadora do
programa de controle do tabagismo da Secretaria municipal de Saúde.
Existem
173 clínicas municipais cadastradas no programa, que atende cerca de
três mil fumantes a cada trimestre. Para saber onde encontrar
atendimento e a data para inscrições, basta ligar para o Disque Rio
(1746).
-O tratamento principal é a terapia. Mas os pacientes com
mais dificuldade têm acesso a adesivos, chicletes e pastilhas para
reposição de nicotina, além do antidepressivo bupropiona -afirma.
Além
desses e de outros recursos já disponíveis no mercado, uma vacina está
sendo testada para prevenir a dependência ao cigarro.
- O fumo
aumenta em até 300% o risco de um ataque cardíaco, além de provocar
inúmeras outras doenças, como o câncer. As pessoas precisam dar um basta
- adverte Alexandre Cury, cardiologista da Clínica de Diagnósticos por
Imagem.
Serviços grátis
Paciência
No
CMS Maria Aparecida de Almeida, em Paciência, profissionais dão
orientações sobre tabagismo, fazem teste com monoxímetro e recebem
inscrições para o tratamento de fumantes.
Preço alto
A
Sociedade Brasileira de Cardiologia criou um teste que permite calcular
quanto um fumante gastou ao longo da vida comprando maços de cigarro.
Uma pessoa fumando há 10 anos, por exemplo, pagou R$ 9.360. Acesse
www.cardiol.br.
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