sexta-feira, 19 de agosto de 2011

Nota vermelha pro Lanterna Verde

Existem os filmes ótimos, os bons, os razoáveis, os ruins e o “Lanterna Verde”. Tudo começa muito bem e a história empolga bastante durante a apresentação do personagem. Quando o roteiro começa a empolgar e os primeiros efeitos aparecem, se torna incontrolável a ansiedade pela ação. O problema é que quando ela acontece, a primeira coisa que você vai se perguntar é: É isso?


Fica evidente que o roteiro foi apressado de maneira impensada. A primeira metade do filme é realmente muito boa, mas depois tudo acontece em meia hora. A legião dos Lanternas Verdes entra pouco ou nada na ação do filme e dois vilões são derrotados em menos de dez minutos (sério...).  Também gostaria de entender a necessidade da presença do personagem Hector (Peter Sarsgaard) na trama. Completamente dispensável.


Essa não é a primeira tentativa frustrada da DC Comics (editora de quadrinhos). O que dizer das inúmeras tentativas de se criar um Superman que funcionasse? E o filme da Mulher Maravilha que não sai dos rumores há mais de um ano? A esperança dos fãs ainda está bem distante... Um possível filme da “Liga da Justiça” seria a chance da DC mostrar que sabe fazer mais do que Batman.


O problema do filme não é o herói, e sim o roteiro e a condução da história. Os efeitos são bons (com US$ 200 milhões não fica tão difícil né?). Das grandes adaptações dos quadrinhos para a telona em 2011, “Lanterna Verde” foi o mais caro e o que menos arrecadou na estréia, perdendo feio para “Thor”, “X-Men: Primeira Classe” e “Capitão América”. Lanterna para ele! Espero que você encontre pontos positivos no filme e saia da sala, pelo menos, 40% contente. Boa diversão!


Obs: Não levante antes do final dos créditos

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